sexta-feira, 25 de março de 2011

Como NÃO foram construidas as Pirâmides...

Em 1978 uma equipe de japoneses, liderada pelo professor Sakuji Yoshimura da Universidade de Waseda tentaram erguer uma Pirâmide usando apenas métodos que os egiptólogos dizem, foram usados pelos antigos... como nos conta Jorge Angel Livraga
http://www.acasicos.com.br/html/npiramides.htm

"Nos primeiros meses de 1978, uma expedição japonesa ..., terminou a construção de uma pirâmide maquete, a poucos quilômetros do grupo piramidal de Gizeh, executada com grande afã de perfeição, com uma altura total de 10 metros e onde não havia pedra que pesasse mais de uma tonelada. 

O diretor da obra, assistido por um par de dezenas de arqueólogos e técnicos, mais aproximadamente 200 naturais da área, começou sua tarefa, que logo demonstrou ser muito árdua.

     Na obra foram empregadas todas as técnicas que deduziram os arqueólogos em voga, e em especial foram consultados os relatos de Heródoto sobre como os egípcios lhe contaram que haviam sido feitas as pirâmides, no passado remoto.

     Então, ante os olhos do diretor, jornalistas e especialistas na matéria, iniciou-se um fenômeno de insuficiência técnica irreversível; os instrumentos de cobre temperado que se supõe que os egípcios utilizaram para cortar seus colossais blocos, mostraram-se quase impotentes para com o granito e se se requeria uma equivalente perfeição, cada pequeno bloco se exigia tanto tempo de trabalho, que a obra, de apenas 10 metros de altura, não terminaria no inverno. 

Por isso, decidiu-se empregar máquinas modernas de corte e não aperfeiçoar muito o acabado. 

O transporte também apresentou inconvenientes insolúveis, pois os famosos "esquis" para areia e os rolões eram praticamente desgovernáveis e nas partes rochosas nao houve forma de superar os obstáculos sem prejudicar consideravelmente os cubos de pedra que ficavam danificados. 

Outra vez, os meios modernos e a pequenez das moles de pedra, permitiu o transporte. 

O "zênite" dos inconvenientes se produziu quando se tentou colocar o "Piramidão", no cume. Esta diminuta pirâmide, pesava no modelo-maquete apenas 1.000 quilogramas. 

Empurraram-na por uma rampa de areia contida por blocos de pedras laterais, lançando óleo ante seu "esqui"; foi puxada por uns 200 homens , que para fazer mais real a coisa, empregaram litanias, baseadas nas palavras "para o alto!". 

Então descobriram que o óleo não só fazia resvalar o esqui como também aqueles que empurravam com alavancas, e os que puxavam as cordas de cima muito pouco podiam fazer. 

Tantas foram as vezes que se tentou levantar a pequena mole
por meio da rampa, e tantos os fracassos que por fim, o diretor do projeto desistiu do metodo e decidiu experimentar o último, ou seja, as gruas de troncos de palmeira e sogas de fibra com as quais, conforme os livros correntes, os egípcios antigos levantaram obeliscos de centenas de toneladas. 

Este bloco pesava somente uma tonelada e nao seria demasiado difícil colocá-lo em seu lugar. Foi aí que a verdade lhes foi apresentada de uma maneira contundente, pois estando a mole a quase dez metros de altura, estalaram os troncos de palmeira em milhares de estilhacos que feriram a todos, inclusive o diretor, que preferiu colocá-la com uma moderna grua, tirar algumas fotos e desarmar a maquete tal qual era o trato com o governo egípcio. 

Uma vez sarado de seus superficiais ferimentos, com o melhor humor nipônico, expressou que, pelo menos, já sabemos "como não foram construidas as pirâmides".

     Esta narração, que apareceu publicada em todos os jornais importantes do mundo, no mês de abril de 1978 demonstrará ao leitor o porquê de nossas resistências a aceitar ao pé da letra essa e outras supostas verdades da "Ciência" oficial, a que não poucas vezes sustenta hipóteses mais ou menos irrealizáveis, como se tratassem de verdades indiscutíveis, e que extrai dos clássicos somente aquilo que coincide com a forma de pensar em moda, silenciando tudo o demais. 

Esclarecemos oportunamente que a mencionada resistência a pseudo-ciência materialista não deve fazer-nos cair no outro extremo, o de inventar – ou repetir – historietas inventadas por outros, atribuindo as megalíticas construções da antigüidade a seres vindos de outras galáxias, pois disso não há provas, nem menção alguma conhecida nos antigos tratados.

     Creio que o que diferencia o filósofo do simples crente é a busca da verdade, e não pressupô-la, dando lhe atributos antes de conhecê-la. 

Existem toneladas de papiros sem tradução, ou traduzidos parcialmente, ou interpretados segundo os cânones limitados dos materialistas. E uma boa missão para os filósofos que sentem inclinação para isso, o trabalhar, porém de uma maneira séria, na investigação destes enígmas e manterem-se informados e em dia sobre qualquer descobrimento. 

Se pensamos que 90% dos papiros foram conhecidos e traduzidos nos últimos 50 anos; que Sumérios, Hititas, Hurritas, Kashitas, não eram nem conhecidos no século passado; que os bronzes de Luristão eram denominados "babilônicos", ässírios"ou caldeus"; que se ignorava que as pirâmides americanas foram algo mais que montões de terra aprisionados…(…)

     Um filósofo deve aprender a dizer "não sei" quando não sabe, antes de fantasiar inventando soluções que logo se voltarão contra ele e contra a instituição à que pertence. Honremos assim, ao diretor da reconstrução das pirâmides egípcias, que teve o valor moral de reconhecer, elegantemente, sua ignorância.
 
Jorge Angel Livraga (1930 – 1991)
Fundador da Organização Internacional Nova Acrópole
Publicado no Caderno de Cultura Nova Acrópole n° 2

A descoberta do complexo de Galerias em Gisé


 Em outubro de 1995 a Organização de Antiguidades Egípcias finalmente decidiu reformar o velho estacionamento a leste da Esfinge. Enquanto limpava a área, em frente a Esfinge e o Vale do Templo, numa ‘virada de sorte’, um dos trabalhadores desenterrou parte de um antigo complexo de galerias e passagens subterrâneas. 

     Ouvindo falar sobre esta descoberta providencial, Graham Hancock e eu (Robert Bauval) planejamos uma curta viajem ao Egito para vermos por nossos próprios olhos o que estava acontecendo. John Anthony West estava a caminho de lá, e então decidimos encontrá-lo diretamente em Giza. Quando nós chegamos lá encontramos o lugar fervilhando em atividade.

     Dezenas de operários e pedreiros estavam escavando e limpando a área em frente à Esfinge e seus templos. Por um golpe de sorte as autoridades Egípcias ainda não haviam isolado a área, então perguntamos a um dos inspetores responsáveis se poderíamos dar uma olhada mais de perto. Era um pouco difícil de dizer o que estava realmente acontecendo ali. Parecia que ninguém estava muito certo. Parecia que parte da área já havia sido escavada alguns anos antes mas, por razões desconhecidas, voltou a ser enterrada.

     Isto ficou evidente pelos remendos feitos com argamassa moderna e barras de ferro que foram deixadas fincadas no teto das antigas passagens, provavelmente numa tentativa de sustentar e reforçar as relíquias. Um inspetor na área nos disse que estas construções adicionais teriam sido feitas senão quando o egiptólogo Selim Hassan limpava a área para a Organização de Antiguidades Egípcias na década de 30, ou quando mais tarde, na década de 50, o Sans Et Lumieres, teatro ao ar livre, foi construído nas redondezas.

     Mas porque os vestígios foram enterrados novamente, e porque e como eles vieram a ser esquecidos permanece um mistério.

     Estes vestígios consistiam em uma via principal cortada em rocha bruta (10 pés/3 metros de largura e 200 pés/61 metros de comprimento do norte ao sul) que corre em frente ao Vale do Templo e a Esfinge. Esta "artéria", ou estrada, é interceptada por dois caminhos pavimentados vindos do Vale do Templo e indo para o leste – muito parecido com duas pequenas pontes sobre uma estrada reta. Estes caminhos misteriosamente mergulham no fim do lado da ponta leste e então desaparecem no solo. Também notamos um "bueiro" muito curioso na "artéria principal" no ponto onde cruza com a passagem mais ao sul. Sua tampa, a qual é feita de uma única pedra calcária, está quebrada num dos cantos e através dela nós pudemos ver água correndo (misturada com o esgoto da vila das redondezas) na direção da Esfinge e do Vale do Templo.

     O complexo todo é obviamente muito antigo e quase certamente da mesma época da Esfinge. Mas qual seria sua função? E qual era o propósito das galerias subterrâneas de água? De acordo com um antigo mito egípcio, os legendários portões do Pós-Mundo eram guardados por dois leões gigantes ou esfinges chamadas Aker. Nos desenhos da tumba da Nova Monarquia, a esfinge Aker do portão leste se senta orgulhosa com sua parte posterior num vale ou canal. Em baixo dela pode ser visto um curioso canal ou duto subterrâneo. Atrás das torres de leão ficava uma enorme colina, ou pirâmide e sob ela há uma grande câmara oval que parece ser hermeticamente fechada.

     É dito que esta misteriosa câmara guarda um grandioso segredo, sem dúvida dos "deuses" que governaram a terra do Egito durante a remota época de ZEP-TEPI – "A PRIMEIRA VEZ" (ver A Idade da Esfinge). Esta estranha câmara era chamada de "Casa de Sokar" em Rostau. A semelhança com o complexo da Esfinge em Giza é fantática. Giza, nos tempos antigos, era também chamada de Rostau, e Sokar (uma divindade com cabeça de falcão) era identificado com Osíris. Estranhas coincidências? Talvez.
Robert Bauval
Publicado na revista AA&ES, agosto 1996

A Idade da Esfinge

http://www.acasicos.com.br/html/idadesf.htm

 


Dados sobre a Esfinge:
     A Esfinge não foi construida com blocos quadrados, como as pirâmides e templos os quais guarda, mas esculpida na rocha bruta. Seus escultores lhe deram a cabeça de um homem (alguns dizem ser de uma mulher) e um corpo de um leão. Tem 65 pés (20 metros) de altura e 241 pés (73.5 metros) de comprimento. Apresenta uma das mais fantásticas expressões faciais, como se representasse uma centena de Mona Lisas e seus olhos, virados para leste, contemplam fixamente o horizonte distante, o equinócio, alguma coisa não pertencente a este mundo mas além dele, no firmamento. Alguma coisa, que talvez, esteja refletida ou "congelada" na essência e na idade da Esfinge. 
     Antes desta nova descoberta (abaixo), era sugerido que a Esfinge havia sido construída há aproximadamente 4500 anos atrás, ou seja, em 2500 a.C.


A Descoberta:
     Um dia, enquanto lia o livro Sacred Science (Paris, 1961) do autor e matemático francês Schwaller de Lubicz, no Egito, a resposta para o que Lubicz chamava a atenção em seu livro veio à cabeça de John Anthony West. Schwaller apontava o que parecia ser erosão provocada pela água, no corpo da Esfinge. Pegando uma fotografia de perto da Esfinge, West percebeu que o padrão de desgaste da Esfinge não era horizontal como visto em outros monumentos de Giza, mas vertical. O desgaste horizontal é resultado pela exposição prolongada a ventos fortes e tempestades de areia. Com certeza houve várias tempestades assim nesta árida região do Saara. Surgem então as perguntas: Poderia a água ser responsável pelo desgaste vertical na Esfinge? Água de onde?

     West sabia que a maioria dos Egiptólogos acreditava que a Esfinge havia sido construída na mesma época em que viveu o faraó Khafre (2555 à 2532 a.C) - a pirâmide de Khafre é a situada do lado esquerdo da Esfinge. Ele também sabia que esta crença estava tão firme e difundida, que se faria necessária uma escavadeira intelectual para pôr este conceito abaixo.

     Em primeiro lugar, West perguntou a si mesmo se existia alguma prova concreta que fosse, que ligasse Khafre à Esfinge. A resposta foi não, e a razão foi simples. Não há inscrições - nem uma sequer - nem esculpida em uma parede ou em uma estela (coluna destinada a conter uma inscrição) ou escrito nos amontoados de papiros que identificasse Khafre (ou qualquer outra pessoa) com a construção da Esfinge e dos templos em sua proximidade. Certamente, um monumento com sua magnitude, tendo sido esculpido em rocha bruta, teria sido celebrado, mas não há nem a mais ligeira menção a este monumento.

Poderia então ser a Esfinge muito mais antiga que o reinado de Khafre, como West já o suspeitava? Poderia esta hipótese explicar, por exemplo, o estranho desgaste vertical na estátua?


A Confirmação:
     Em 1991 o Dr. Robert Schoch, geólogo e professor da Universidade de Boston, junto com John A. West e um time de cientistas e arqueólogos, decidiu examinar as novas descobertas. Após meses de estudos, Schoch chegou a conclusão de que realmente, conforme havia dito West, os padrões de desgaste haviam sido formados por intensas chuvas - chuvas torrenciais. Mas porque não haviam marcas como estas nos outros monumentos? Com certeza não haveria de ter chovido somente na Esfinge e em seus templos. 


"Isso é impossível!", bradaram os egiptólogos. - "Não é impossível", disse Schoch. "se levarmos em conta que a Esfinge pode ter sido construída quando tais chuvas eram comuns nesta região.
- Por que a relutância da comunidade científica em aceitar tais fatos? Simplesmente por quê a história deverá ser reescrita e os cientistas deverão ter que reconsiderar as origens do homem como um todo. Bem, que seja. Assim funciona o progresso. De todo modo, isto já foi feito muitas vezes antes. Poderia ser feito novamente.


     Provar que a Esfinge é muito anterior a pirâmide de Khafre é uma coisa. A questão é quanto tempo mais antiga, exatamente? Como a ciência pode determinar a verdadeira idade de um monumento de pedra?


A Astronomia Se Junta ao Debate:


(Tradução e adaptação do texto de Robert Bauval, publicado na revista AA&ES, agosto 1996)

     Em 1989 eu publiquei um artigo no Oxford Journal, Discussões sobre Egiptologia (vol.13), no qual eu demonstrei que as 3 Grandes Pirâmides e suas relativas posições para o Nilo criavam no solo um tipo de holograma em 3-D das três estrelas do cinturão de Órion (3 Marias) e suas relativas posições com a Via Láctea. Para dar apoio a esta controvérsia, eu trouxe à luz o eixo inclinado da Grande Pirâmide o qual, situado no meridiano sul, "aponta" para este grupo de estrelas. Trouxe também as evidências escritas dos Textos da Pirâmide que identificavam o destino da vida após a morte dos faraós com Órion. Mais tarde, no meu livro O Mistério de Órion (Heinemann-Mandarin) eu também demonstrei que o melhor encaixe para os padrões das Pirâmides de Giza/Nilo com o padrão do cinturão de Órion/Via Láctea ocorreu mais precisamente em 10.500 a.C..


     Os antigos egípcios, por exemplo, se referiam constantemente a uma distante era dourada a qual eles chamavam ZEP TEPI, "A PRIMEIRA ERA" de Osíris.  Osíris era Órion, e a Grande Pirâmide tem um eixo bem no meridiano sul da Terra, direcionado para Órion. Para mim, esta silenciosa linguagem astro-arquitetural parecia estar nos dizendo: ‘aqui, no céu, estava Osíris, quando estas pirâmides foram construídas, e agora também, que suas origens estão enraizadas na "Primeira Era"’.



    
      Mas "Primeira Era" de que? Como poderiam as estrelas da constelação de Órion ter uma "Primeira Era"?



     Bem, elas podem e tem, levando-se em conta que você possa ler através da "linguagem" alegórica dos antigos via a arquitetura simbólica e os Textos da Pirâmide relacionados. Alegoria, em outras palavras, é a "chave" de que os astrônomos que construiram o complexo de Giza usaram. 


Quando as estrelas de Órion são observadas no meridiano, na maneira precisa que os antigos astrônomos egípcios fizeram por muitos séculos, não há como deixar de notar que estas estrelas atravessavam o meridiano sul em diferentes altitudes em diferentes épocas. Isto, é claro, devido ao fenômeno de Precessão (veja O Mistério de Órion, apêndices 1 e 2). 


Em resumo, pode ser considerado que as estrelas de Órion tenham um "início" ou "começo" no nadir, ou ponto de partida do seu ciclo de precessão. Simples cálculos mostram que isto ocorreu em 10.500 a.C.. Poderiam os antigos astrônomos da "Era das Pirâmides" ter usado sua muito inteligente "linguagem silenciosa" combinada com a Precessão para congelar a "Primeira Era" de Osíris - algo como os arquitetos das catedrais góticas congelaram em seus trabalhos alegóricos na "Época de Cristo"?

No livro do cientista Graham Hancock, Fingerprints of the Gods (Heinemann-Mandarin), é mostrado que a data da "Primeira Era", 10.500 a.C., também significava o início da Era de Leão. 



Isto foi quando a constelação de leão teria crescido em forma de espiral (na alvorada, antes do Sol) no dia do equinócio da primavera. Este evento trouxe o leão celestial para descansar exatamente no leste, em perfeito alinhamento com a Esfinge. 


A Esfinge, em outras palavras, foi feita para olhar para sua própria imagem no horizonte - e conseqüentemente na sua própria "era". Hancock observou que 10.500 a.C. não era uma data aleatória. Ela significava precisamente outro começo, o começo definido no solo com os padrões e alinhamentos das pirâmides próximas a Esfinge.
       Isto prova então que não só as pirâmides, mas também a Esfinge está nos atraindo para a mesma data de 10.500 a.C.. Estaríamos lidando com uma coincidência - ainda que espantosa - ou seria tudo isso parte de um projeto feito pelos antigos?


     Haveriam evidências de uma presença contínua aqui em Giza, através das eras, de alguns grandes "astrônomos" que poderiam ser responsáveis para ver este projeto realizado?


     Se existem, quem seriam eles? De onde vieram? Porque em Giza? Graham e eu gastamos os 2 últimos anos pesquisando este fascinante acontecimento. Nós acreditamos que o que nós descobrimos irá mudar para sempre a percepção do que era e ainda é Giza. Os resultados completos de nossa investigação está descrito em nosso novo livro, Keeper of Genesis.

O Enigma da Esfinge:

     Todos concordam que a Esfinge é sem dúvidas, uma relíquia de outro tempo - de uma cultura que possuia um conhecimento, de longe, muito maior que o nosso. 


     Há uma tradição ou teoria que a Esfinge é um grande e complexo hieróglifo, ou um livro em pedra que contém a totalidade do conhecimento antigo e se revela à pessoa que puder decifrar esta estranha cifra que está encarnado nas formas, correlações e medidas das diferentes partes da Esfinge. Este é o famoso "ENIGMA DA ESFINGE" que dos tempos mais antigos tantas almas tentaram resolver.


     Bibliografia:
     Traduzido e adaptado dos textos de Bassam El Shammaa e Robert Bauval.

LinkWithin