domingo, 23 de outubro de 2011

Cinturão de Órion e as Pirâmides:

por Rita Candeu


Alnitak, Alnilam, Mintaka
 são as brilhantes estrelas azuis de este para Oeste (esquerda para a direita) ao longo da diagonal desta esplêndida vista cósmica.

Também conhecida como a Cintura de Orionte, estas três supergigantes azuis são mais quentes e muito mais massivas que o Sol.

Situando-se a cerca de 1,500 anos-luz de distância, são "filhas" das bem estudadas nuvens interestelares de Orionte.






De fato, as nuvens de gás e poeira navegando por esta região têm intrigantes e surpreendentementes formas familiares, incluindo a Nebulosa Cabeça do Cavalo e NGC 2024 perto de Alnitak.

A famosa Nebulosa de Orionte situa-se abaixo da imagem, por baixo deste campo estrelado que cobre uns impressionantes 4.4x3.5 graus do céu.

A imagem a cores foi composta a partir de chapas fotográficas digitais a preto e branco registadas através de filtros astronómicos vermelhos e azuis, com um canal verde sintetizado informaticamente. As chapas foi tiradas usando o Telescópio Samuel Oschin, um instrumento de pesquisa de campo-largo no Observatório Palomar, entre 1987 e 1991.

Crédito: Digitized Sky Survey, ESA/ESO/NASA FITS Liberator, Davide De Martin (Skyfactory)






Sabemos que todas as
pirâmides são orientadas
segundo as posições de determinadas estrelas....”
Escreveu Däniken em Eram os Deuses Astronautas? – pg.82
 
 
O mapeamento atual destas intrigantes construções mostra que, em todo o planeta, uma verdadeira rede de pirâmides foi construída.

Mas a História oficial, em conjunto com a Arqueologia insistem em manter as mesmas e velhas teorias e datações... como é custoso abandonar velhas ideias....

Mas...
pirâmides, frequentemente, foram construídas respeitando uma topografia que resultasse no alinhamento de pontos da edificação com estrelas e constelações muito bem determinadas.

A ligação entre
pirâmides e astronomia não é um fruto do acaso; antes, essa ligação é um testemunho inconteste da sabedoria dos antigos no que diz respeito à "cartografia do céu visto da Terra".

Enigmas e mais mistérios rondam essas estruturas pra lá de concretas, que desafiam a imaginação da ciência, de arqueólogos e historiadores, e demais pensadores de nossa época, que desfiaram inúmeras suposições, teses e explicações que de modo algum explicam definitivamente a existência dessas estruturas tão complexas...





Por que a terceira, e menor, das
pirâmides  do planalto de Gisé – Egito está deslocada da diagonal que liga as duas pirâmides maiores?

O pesquisador Robert Bauval mostrou, em 1993, que das três estrelas que formam o cinturão de Órion, a última está deslocada exatamente como a terceira pirâmide...se você voltar para 10.550 anos aC...”



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Incidentemente, Mark e Richard Wells (em 2.000) descobriram uma semelhança surpreendente no alinhamento e tamanho das três estrelas no Cinturão de Órion e o alinhamento e tamanho das pirâmides principais de Gisé, no Egito; Xi'an, na China; e Teotihuacan, no México.






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Pirâmides Chinesas de Xi’an – foto de Hartwig Hausdorf
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As pirâmides de Quin Ling Shan na região de Xi'an, República da China foram descobertas por dois exploradores australianos em 1912. O complexo arquitetônico possui 100 pirâmides espalhadas por 2.000 quilômetros quadrados, com idade estimada em 5.000 anos. As estruturas das pirâmides foram feitas em argila, mas ficaram quase tão duras quanto pedra ao longo dos séculos.

Muitas estão danificadas pela erosão ou agricultura e outras sustentam um templo no topo.

As pirâmides chinesas foram descobertas nos primeiros anos do século XX. Segundo a lenda, mais de mil pirâmides foram construídas na China, há mais de cinco mil anos, por imperadores que acreditavam em civilizações extraterrestres e viam a si mesmos como "descendentes dos deuses" - daqueles que vieram dos céus à bordo de "dragões de ferro".


A maioria destas pirâmides  tem entre 25 e 100 metros de altura com exceção da Grande Pirâmide Branca, a maior de todas, com 300 metros, considerada "mãe" de todas as outras.

Característica curiosa dessas pirâmides  é sua semelhanças com aquelas encontradas no México e na Guatemala.
Fonte - ALIEN CHINA SINDROME - publicado em 24/08/2002




A maior delas tem 300 metros de altura, chamada "Pirâmide Branca", é maior que a Pirâmide do Sol de Teotihuacan, no México, e tão larga quanto a grande Pirâmide de Giza. As demais variam de 35 a 90 metros de altura.

As pirâmides foram fotografadas pela primeira vez durante a Segunda Guerra Mundial, por um piloto da United States Air Force, que fazia um vôo de abastecimento para as forças chinesas vindo de Assam, no norte da Índia, quando problemas no motor fizeram com que ele viajasse em baixa altitude.

Fonte - FENÔMENO MATRIX: Pirâmides Chinesas





Teotihuacã

  
“... 50 quilômetros ao norte de México,
o campo de pirâmides de Teotihuacã cobre uma planície
de quase 20 quilômetros quadrados,
e todas as construções escavadas orientam-se pelas estrelas.

O texto mais antigo sobre Teotihuacã relata que ali
se reuniam os deuses e se aconselhavam acerca do homem,
antes mesmo que o Homo sapiens tivesse existido!”


escreve Dänikem em Eram os Deuses Astronautas? – 119


Planta baixa de Teotihuacã
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em 1° plano a Pirâmide da Lua
e à esquerda e acima a Pirâmide do Sol
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A Calçada dos Mortos vista da Pirâmide da Lua
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Outra vista da Calçada dos Mortos, tendo ao fundo a Pirâmide da Lua e abaixo à direita a entrada da Cidadela de QUETZALCOATL a “Serpente Emplumada”


Cidadela e a Pirâmide de QUETZALCOATL a “Serpente Emplumada”


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e voltando ao nosso enigma das pirâmides ...
e para o nosso tempo ... século XX...
e para Gizé



O enigma da Esfinge




Outras evidências
Os últimos estudos arqueológicos revelam que a esfinge mostra sinais de erosão por chuvas torrenciais que só poderiam acontecer nessa região do Egito em 10.500 A.C., quando Gizé era uma planície verdejante.

Em outra pesquisa descobriu-se que, em 10.500 A.C., a esfinge estaria "olhando" para a constelação de Leão e próximo estaria Órion, representando as pirâmides a 10.500 A.C. é, portanto, a única data em que a imagem do céu bateria com o conjunto de monumentos em Gizé. 

Mas... a Era de Leão iniciou exatamente nesse época...
a +/- 10.800 anos atrás indo até 8.840 a.C...

e Leão é o signo zodiacal oposto a Aquário que determina a Era de Aquário - a era atual em fase de transição... como indica a imagem abaixo...






veja que o ponto vermelho bem próximo da faixa amarela é o Sistema Solar
se aproximando da tal faixa de Fótons...
mais uma coincidência?


Os Túneis sob o planalto de Gizé:

“...em 1996, Larry Hunter e outros pesquisadores descobriram uma vasta rede de túneis sob o complexo de Gizé, se espalhando por longa distância. E, aparentemente, as autoridades estão mantendo silêncio sobre isso.

Larry Hunter, foi também, orador convidado no seminário em Oakland, em 23 de maio de 1998, onde forneceu mais detalhes sobre isso e muitas outras descobertas desconcertantes. Por exemplo, revelou que esta rede parte de uma enorme “cidade” subterrânea, 137 metros abaixo do chão e com 12 andares para baixo, cobrindo uma áreas de 10 por 13 quilômetros...

Na mesma apresentação, Hunter assombrou a plateia falando sobre uma enorme câmara dentro da Grande Pirâmide, à qual ele chamou O Salão de Osíris. Subindo muitos metros do nível do solo só para entrar na Câmara do Rei, esta sala é um dos segredos mais bem guardados do Egito. Segundo Hunter, desta sala um poço vertical, exatamente no centro da pirâmide, desce por centenas de metros. Em seu caminho encontra-se com a rede de rodovias subterrâneas, sob o Planalto de Gizé.”

Fonte - Livro Azul Divino - Robert Perala – 170 a 172




 


Na Grande pirâmide de Gizé, para além dessa orientação segundo a direção Norte-Sul, existem outras condutos que nos leva a determinadas zonas do céu.

Alexander Badawy e Virgínia Trimble foram os primeiros a suspeitar de uma determinada orientação para esses corredores (Figura abaixo). 

O conduto de ar da fachada Sul da sala indica em determinado período do ano a culminação sucessiva das três estrelas da constelação de Orion: Alnitak, Alnilam e Mintaka. 

Do outro lado, na fachada Norte, temos a saída de ar orientada para aquela que era a estrela polar há cerca de 5.000 anos, a estrela de Thuban, uma das estrelas da constelação do Dragão.

Por outro lado, temos a  “sala da rainha”, com as suas saídas de ar orientadas para determinado local nos céus, para a Estrela Soped (Sirius) que era entre outras a representação da deusa Isis nos céus.





As passagens se alinham com as estrelas. O grau de exatidão é espantoso. A base da pirâmide está dentro de um minuto de um ângulo. Atualmente, para nós, seria difícil alcançar tal exatidão. 

A base da pirâmide tem 230m de largura. Caminhando-se pelo perímetro são mais de 900m. Obviamente usaram as estrelas para alinhar seus monumentos e alcançar este alto grau de exatidão. Assim temos um monumento que expressa uma arquitetura avançada na astronomia.






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Enquanto os pesquisadores se convenciam mais e mais da exatidão das pirâmides  de Gizé, começou a surgir um mistério, pois pareciam ser exatas em todos os aspectos faltava apenas mais um detalhe....


Por incrível que pareça a teoria da correlação das pirâmides e o cinturão de Órion é apenas o início.

A partir deste ponto a pesquisa de Robert Bauval procedeu da seguinte análise.
Começou pelo mais óbvio. O Nilo.

Determinou a posição das
pirâmides em relação ao Nilo e o ângulo que formavam com ele e comparou a posição do cinturão de Órion com a Via Láctea.

Depois observou as duas outras
pirâmides, construídas por motivos desconhecidos a alguns quilômetros de Gizé.

Descobriu através de alguns hieróglifos que a primeira em Aburruoxe, também tinha o nome de uma estrela.

A segunda foi construída a 5Km de Gizé, Isaoiatilarié.
Depois chocou-se a compará-las a um diagrama estelar.






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Osíris era a constelação de Órion, logo Osíris na terra era as pirâmides de Gizé.
Os egípcios construíram nada mais do que o céu na terra.
 


para baixar em

vídeo indicado nos comentários por alguém   que não deixou o nome




Chichén Itzá - Yucatán - México -








Machu Pichu - Peru - América do Sul



História:

O idioma falado no Império Inca era o Quíchua. No ano de 1200 e 800 a.C., já se dedicavam ao plantio do milho e à cerâmica. Dominou o Peru, a Bolívia e o Chile. Sua capital era Cuzco, a 3000 metros de altitude nos Andes. O governo era teocrático: o inca, primeade.
• A da
iro, Manco Capac, era filho do Sol. Viviam basicamente da agricultura, sendo a terra que pertencia ao governo, que entregava ao povo. Em cada distrito os campos eram divididos em três partes:
• A produção da primeira parte era dividida entre a comunid
segunda parte destinava-se ao Culto do Sol.
• E a da terceira parte, ao imperador, o qual mantinha os funcionários, o exército, artífices, os doentes, e a garantia de alimentação do povo em épocas de calamidades.





Texto de Haroldo e Flávia de Faria e Castro - Revista Geográfica Universal, Setembro de 1981

"Machu Pichu não precisa de grandes apresentações. Foi e continua sendo uma fonte inesgotável de comentários, idéias, teorias e poesias, tudo que possa fazer trabalhar a imaginação e nada melhor que esta para encontrar adjetivos e exaltações em homenagem a esse impressionante conjunto de pedras talhadas.

De fato Machu Pichu que significa em Quéchua montanha ou pico velho, é apenas um nome geográfico, referindo-se ao monte que abriga essas ruínas. Quanto à cidade em si sua identidade, envolta de enigmas e mistérios, é procurada até hoje.

Tudo começou no início do século XX, quando o professor de história das Américas da Universidade de Yale, Estados Unidos, Dr, Hiram Bingham, decidiu estudar mais profundamente a Confederação Incaica.


Fortemente intrigado quanto ao desaparecimento desse povo, Bingham procurava uma cidade perdida, a dos Incas de Vilcabamba, último reduto daquela grande confederação, então assolada pela invasão espanhola.

Após repetidas viagens anteriores, nas quais Bingham realiza expedições que aproximam cada vez mais de sua meta, no dia 24 de Julho de 1911 o jovem arqueólogo encontra-se frente a uma surpreendente descoberta: uma cidade magnificamente construída e localizada como um ninho de condor entre as altas escarpas dos Andes. É o próprio Hiram Bingham quem dá esta descrição:

" Não existe lugar nos altiplanos peruanos que seja melhor defendido por baluartes naturais: um canhão estupendo cuja rocha é de granito e cujos precipícios são frequentemente escarpados de mil pés, com dificuldades que atemorizam o mais ambicioso dos andinistas modernos".

"Para impedir que os inimigos ou visitantes não desejados alcançassem seus santuários e templos, confiaram primeiro nas correntezas do rio Urubamba, que são perigosas mesmo na época de seca e absolutamente intransponíveis durante pelo menos seis meses do ano. Pelos três lados, essa era a sua linha de defesa. Pelo quarto lado, o maciço de Machu Pichu é acessível apenas desde a chapada das alturas e somente por uma trilha estreita como um fio de navalha, flanqueada por precipícios".

Os anos seguintes foram consagrados à limpeza da vegetação que escondia o alvo granito dos muros da cidade, dando-lhe a partir de então a aparência luminosa de uma cidade de mármore.

É o momento também das descobertas arqueológicas que nem sempre trariam respostas. Foram recolhidas mais de 500 vasilhas de barro e centenas de peças de bronze que incluíam: facas, cinzéis, estiletes, espelhos, pinças, anéis, pulseiras, sinetes, todos confeccionados por uma liga que comprovada cientificamente não-acidental, obedecia a certas regras metalúrgicas segundo o tipo de objeto fabricado.

Em princípio, os arqueólogos e estudiosos pensaram que Machu Picchu fora construida durante o período da invasão espanhola, mas, recentes estudos apontam que Machu Picchu fora construida antes da invasão... segundo eles por volta do século XV..."




Eu (Rita) penso que essa data pode recuar e muito.... uma vez que os “estudiosos” ortodoxos não admitem, de modo geral, uma idade muito remota ao “Novo Mundo”  ignorando por completo evidências que levam a crer que os povos americanos são contenporâneos dos egipcios, sumerianos e indus, e que estes são muito mais antigos do que a História Oficial pretende datar...mas isso é outro assunto...

Mais uma vez – da mesma forma que em todos os outros sítios arqueológicos – Machu Picchu foi construida de acordo com conhecimentos adiantados de astronomia, onde as posições e eixos das construções obedecem os equinócios e a conhecimentos astronômicos.

Estudos demonstram que a cidade foi construida sem interrupção e as pedras que formam as paredes e muros estão tão perfeitamente assentadas que entre elas não há vãos – do mesmo modo como acontece nas edificações Egipcias –

Ao que parece Machu Picchu foi gradualmente abandonada entre os séculos XVII e XVIII
 








para facilitar o entendimento coloco a planta de Machu Picchu


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e percorremos a área em verde da planta...

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abaixo uma panorâmica, mesmo que parcial,
acompanhada da planta de Machu Picchu
para ajudar a entender a cidade.....

é grandioso né mesmo?





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e só me resta agradecer a audiência

e contar de minha alegria de ter podido proporcionar à todos

uma bela viagem (mesmo que virtual)
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E assim termina (por hora) esse passeio
eu fico com sabor de missão cumprida

e com a esperança de que
no dia que estiverem lá se lembrarão de mim...

bjssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss

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